Vidro traz amplitude ao ambiente
Assumindo o papel de curinga, por sua versatilidade e inúmeras possibilidades de implantação, os vidros ganham cada vez mais espaço em projetos arquitetônicos. O material que aparecia com restrição em tampas de mesa, surge em funções estruturais, passando por móveis até objetos de decoração.
Para a arquiteta Sônia Beltrão, que tem como marca do seu trabalho o uso do vidro, ele é sinônimo de modernidade, contemporaneidade e tecnologia na arquitetura. Outras características do material, lembradas pela a arquiteta Érika Novaes, são leveza e transparência, ressaltando, também, a funcionalidade que traz para escritórios e residências. “Eles são mais práticos de limpar, com baixo custo de manutenção e vida útil ilimitada”, explica.
Quando usados em projetos arquitetônicos, o material pode ser utilizado como estrutura ou como elemento de vedação dos espaços (tetos, pisos e paredes), onde apresentam uma das suas principais vantagens: capacidade de iluminação. “Os vidros têm a função de proporcionar interação entre os ambientes, integrando o interior ao exterior.”, diz Sônia. A arquiteta ressalta que o material é indicado principalmente para espaços pequenos, já que imprimem amplitude e profundidade nos ambientes.
Já na arquitetura de interiores, as formas de implantação do vidro são infinitas. Na sala, surge em releituras de móveis trabalhados, tradicionalmente, em madeira. As mesas de centro e canto, combinando aço e vidro, ganham ares modernos. Em suas múltiplas funções, não há limites de escolha seja para quem faz o estilo clássico, seja para os modernos. Nos quartos, por exemplo, em versões mais intimistas, o material pode vir em detalhes de camas e armários. Para os mais ousados, há opções das bancadas de estudo e luminárias suspensas 100% em vidro. Érika destaca a tendência forte dos nichos (caixinhas para colocar livros, esculturas, etc.), que podem associar ele à madeira e são marcados com uma iluminação especial.
Para os que desejam um visual ainda mais diferenciado, não faltam variações de emprego do material. Aplicação de películas coloridas, jateadas, espelhada ou serigrafada são algumas delas. Os jateados são indicados para quem procura por privacidade, bastante usado em locais com necessidade de isolamento visual. Já os serigrafados trazem desenhos ou cores e são uma boa opção de sobreamento em fachadas, coberturas, guarda-corpo e escadas.
FRÁGIL? - Quebrando todos os medos sobre a fragilidade do vidro e contrariando aqueles que não se “arriscam” em apostar no material, os arquitetos asseguram que ele pode ser usado com segurança em qualquer ambiente. A arquiteta Sônia destaca um projeto em que o usou num trocador de fraldas. No entanto, afirma que é necessário, antes da escolha do vidro, realizar uma especificação técnica e definição de função. “Todo esse processo tem que ser elaborado por um profissional da área, evitando o risco da má utilização do material e garantindo sua segurança na aplicação”, conclui.
A arquiteta Fernanda Ventura, da RussoVentura Arquitetas, atenta a escolha de um bom fornecedor, além da preferência por vidros mais grossos, no arredondamento dos cantos e no acabamento lapidado. Segundo ela, dos diversos tipos de material existentes no mercado, a exemplo dos insulados, refletivos, metalizados, laminados e temperados, estes dois últimos são os mais resistentes. “Laminados têm a função de contenção, usados, por exemplo, em varandas. E os temperados quando quebram ficam em pedaços pequenos, sem partes pontiagudas, eliminando o risco de cortar alguém”, explica.
Serviço:
Arquitetura Sônia Beltrão
Rua das Pernambucanas, 282, sala 605, Graças.
Fone: 3221.6313
Contato para imprensa:
Sônia Beltrão
81 9971.5214
Arquitetura Erika Leite Novaes
R. Frei Matias Tevês, 285. Empresarial Graham Bell - Sls 1003/1004. Ilha do Leite
Fone: (81) 3221.9558
Contato para imprensa:
Érika Novaes
81 9172.4151
RussoVentura Arquitetas
Rua Agrestina, 110, sala 04 – Casa Forte – Recife/PE
Fone: 81 3265.5903
Categoria: Casa e Cia







