Anuncie
Comportamento
15/04/2009

Uma comédia sobre revoluções internas. Estréia nesta sexta, 17

Uma comédia sobre revoluções internas. Estréia nesta sexta, 17

Essa dica de filme eu poderia ter dado há vários dias, quando fui à sessão para jornalistas de “Divã”. Mas achei melhor falar dele apenas esta semana, já que essa comédia que tem Lilia Cabral como estrela estréia na próxima sexta-feira (17/04). É um filme despretensioso, sem grandes malabarismos e, por isso mesmo, gostoso de ver. É a história de Mercedes, uma mulher na casa dos 40 anos, aparentemente bem resolvida, com um casamento bacana, filhos legais e que resolve fazer terapia apenas para se conhecer melhor. A partir daí ela começa a analisar tudo que acontece em sua vida, a relação com o marido, vivido por José Mayer, as coisas que deixou para trás…e tem início uma pequena revolução interna. E nessa revolução cabe um caso com o personagem do Reynaldo Giannechini (beleza, né?) que se transforma em namoro e fica tudo bem confuso. E também um caso com o personagem do Cauã Raymond (mas ela não é boba nem nada, né?) em que acontece uma das cenas mais engraçadas, quando eles vão à boate e ela se dispõe a “sequelar” tudo! (empatada com a cena em que resolver fumar maconha). A relação com o marido (e, depois, ex), namorado, caso, filhos e a melhor amiga é levada em consideração – e até os sentimentos em relação à mãe, que morreu quando era criança. Uma vardadeira “passada a limpo”, justamente o tipo de coisa que acontece depois de remexer nas coisas dentro da mente, como ela começou a fazer depois de começar a terapia.

O interessante de Divã é que não é apenas um filme para rir. Serve também como uma reflexão. Afinal, uma história em que uma mulher começa a analisar a própria vida, rever valores e começa a mudar o rumo de algumas coisas em sua vida não é assim tão incomum, não é? Bem fácil se identificar, independente de a pessoa já estar na casa dos 40 anos ou não. Aliás, na entrevista que fizemos com a Lilia Cabral após a sessão de Divã foi justamente em que ela mais se identificava com a Mercedes, ao que ela disse “em muita coisa. Ela é uma mulher comum, é fácil se identificar com ela”. E é mesmo. Mas mesmo quem não está interessado em fazer reflexões o filme é bem bacana como pura e simples diversão, com muita leveza. Vale dizer que o filme é baseado na peça de teatro homônima que a própria LIlia Cabral levou para várias partes do Brasil (infelizmente, não aqui onde moro) e esta, por sua vez, foi baseada no romance escrito por Martha Medeiros e lançado pela editora Objetiva. Vale ver essa história de libertação interna. Repetindo: a estréia é na próxima sexta-feira. Fique atento!

Fonte: www.bolsadenovidades.caixadepandora.com.br


Categoria Categoria: Comportamento
Necessaire
Parceiros
  • 7Graus
  • oPa!Caroé Design e Branding