Silicone é opção para quem tem perna fina

Por juliana
12 jul 2008

Quem não gostaria de ter pernas perfeitas e bem torneadas? Se você considera suas pernas muito finas, ou não tem as pernas que gostaria, esta cirurgia pode ser a solução.

As cirurgias de implante de prótese de silicone na panturrilha e coxa tiveram início no Brasil na década de 70, inicialmente para corrigir defeitos ocasionados pela paralisia infantil. Atualmente é uma das cirurgias plásticas mais procuradas por quem tem pernas finas e tortuosas, ou por pessoas que tem um vão entre as pernas, situações que é impossível se corrigirem com exercícios ou musculação.

Quando se fala em cirurgia de implante de silicone em membros inferiores, podemos citar três tipos: as de nádegas, de coxa e de panturrilha. Destas, a de coxa por ser mais recente, é a menos procurada.
Na cirurgia de panturrilha a prótese utilizada é a de elastômero de silicone ou a prótese texturizada de gel de silicone. Elas vêm sendo aperfeiçoadas com o tempo, sendo atualmente pequenas e muito resistentes. Praticamente não existe risco de ruptura, podendo durar a vida toda. Não apresentam qualquer risco de rejeição, nem de provocar varizes ou problemas circulatórios.

A cirurgia é bastante simples, sendo feita uma incisão de dois (2) cm na parte posterior do joelho, que fica inaparente depois. A anestesia geralmente utilizada é a peridural ou raque, podendo a paciente receber alta no mesmo dia. A recuperação é rápida, havendo necessidade de repouso relativo por três dias. O resultado definitivo será obtido após três meses. São raras as complicações pós-operatórias. Recomenda-se o uso de meio elástica e salto médio no pós-operatório para não forçar a panturrilha por pelo menos trinta dias.

A alta hospitalar se dá com 12 horas de pós-operatório. O resultado final é excelente, ficando a prótese inaparente e a perna com um aspecto bem natural, permitindo que você use roupas curtas e exiba uma nova silhueta, com pernas belas e bem torneadas.

A única contra indicação é quem pratica esportes como luta corporal e futebol, pois pode causar um trauma muito forte na área onde está a prótese.

Dr. Joaquim Figueiredo é cirurgião plástico, faz parte da equipe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Agamenon Magalhães, é Membro Especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Diretor Médico do Hospital de plástica de Olinda

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