Para mulheres, beleza conta mais que dinheiro

Por juliana Sem categoria
08 mar 2008

Cientistas americanos sugerem que a aparência e um corpo atraente são os maiores pré-requisitos para uma mulher na hora de escolher o parceiro.

Para verificar a teoria de que as mulheres dão mais importância à situação financeira e status social dos homens e que os homens estão de olho na aparência física das mulheres, pesquisadores da Universidade de Illinois testaram o comportamento de 160 estudantes universitários sobre “hábitos do namoro”.

Os 82 rapazes e 81 mulheres, com idade média de 19 anos, participaram de um encontro relâmpago e depois relataram suas experiências.

Antes de participar do evento, porém, eles preencheram um questionário sobre os atributos que almejavam encontrar no parceiro ideal. Nesta fase, os pesquisadores constataram que a maioria dos homens disse estar em busca de uma mulher bonita e atraente fisicamente, enquanto elas ressaltaram a importância do status e do tamanho da renda.

Depois do encontro relâmpago, os estudantes continuaram preenchendo questionários e os especialistas constataram que, em muitos casos, houve uma mudança nos pré-requisitos de ambos os sexos para escolher o parceiro.

As mulheres, que num primeiro momento haviam insistido que estavam atrás de homens com status, acabaram se atraindo mais pelos mais bonitos. E os homens, que só pensavam em aparência física, acabaram admitindo que o status financeiro e social também influenciou suas escolhas.

Os psicólogos afirmam que como um todo, homens e mulheres são motivados pela aparência física.

“Em outras palavras, uma aparência atraente foi o primeiro estímulo para que ambos homens e mulheres se sentissem atraídos. Mas atributos como ambição e potencial para ganhar dinheiro também pesaram na hora da escolha”, disse Eli Finkel, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.

Os especialistas acreditam que o estudo poderia ter tido outro resultado se fosse realizado com pessoas mais velhas, que em outra fase da vida poderiam se comportar de forma diferente na fase da conquista.

A pesquisa foi publicada na revista especializada “Journal of Personality and Social Psychology”.

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