A dieta mediterrânea é bastante conhecida. Sua alimentação é rica em peixes, azeite de oliva, nozes e legumes. Combinada com exercícios físicos, ela é ideal para manter o corpo em forma e o cérebro afiado. A atualização de uma pesquisa, realizada pela Columbia University Medical Center (EUA), apontou que associar a dieta mediterrânea e ter uma vida ativa afastam o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer e outras doenças cognitivas.
O estudo avaliou mais de 1.400 homens e mulheres, residentes na França, e constatou que o risco de Alzheimer caía para 61% a 67% quanto mais a dieta se aproximava à mediterrânea. Na pesquisa anterior, de 2006, esse índice era de 40%. Os pesquisadores atribuem a diferença positiva ao fato de os participantes da última versão serem fisicamente mais ativos. Os exercícios físicos, portanto, são um diferencial para manter a memória em dia.
Rica em gordura monoinsaturada, a dieta mediterrânea já era conhecida por seus benefícios ao coração. Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Alguns dos efeitos são aumentar o nível de colesterol bom (HDL) e diminuir as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias.
Com informações do site Minha Vida.


